PORTO ALEGRE | Av. Ijuí, 533

Segunda a Sexta das 9h às 19h

Sábado das 9h às 17h

(51) 3321-2559

(51) 3388-6004

(51) 99291-9172

Disqueratoses: as doenças de pele em cães

Seborreia é um termo conhecido da maioria das pessoas. Já a palavra disqueratose é vocabulário da área médica. Ambos fazem parte do rol de problemas dermatológicos que os cães podem apresentar. Gatos não têm propensão a nenhuma das duas, pois seu hábito de se lamber constantemente remove as escamas e oleosidade da pele.

A epiderme, camada mais superficial da pele, é substituída a cada 22 dias. Quando ocorre algum desequilíbrio nessa morte e renovação, ou seja, distúrbios ou alterações no processo de queratinização da pele, a dermatologia veterinária classifica como disqueratose.

Algumas raças são mais suscetíveis a desenvolver disqueratose se a doença for congênita. Os sintomas costumam aparecer antes que o pet complete um ano de vida. As raças mais afetadas são: Basset Hound, Cocker Spaniel, Dobermann, Labrador, Pastor Alemão, Setter, Shar Pei e West Highland. Neste caso, não existe cura. O tratamento apenas vai dar alívio ao cachorro.

Entretanto, o mais frequente é a disqueratose secundária. Isso quer dizer que acompanha outra doença ou é secundária a ela. Sarna demodécica, sarna negra, micoses superficiais, hipotireoidismo, Síndrome de Cushing, deficiências nutricionais, infestação por piolhos ou pediculose, alergias. Todos esses problemas de pele podem vir acompanhados de disqueratose. Nestes casos, o tratamento permite a cura, desde que o foco seja na doença adjacente e a disqueratose seja combatida com xampu específico.

Se identificar alguma alteração na pele do seu pet, como excesso de oleosidade, consulte um veterinário para evitar que o problema se alastre.

Acompanhe nas redes sociais

 

Atendimento

PORTO ALEGRE | Av. Ijuí, 533

Segunda a Sexta das 9h às 19h

Sábado das 9h às 17h

(51) 3321-2559

(51) 3388-6004

(51) 99291-9172

 

Cachorraria